Videoendoscopia Digestiva:

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Endoscopia Digestiva Alta


A ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA (EDA) é um exame que tem como objectivo a observação do tubo digestivo alto, isto é, do Esófago, Estômago e Duodeno. É um procedimento realizado por um Médico Especialista em Gastrenterologia, utilizando um aparelho flexível, o endoscópio alto.

O exame é realizado consigo deitado(a) sobre o lado esquerdo. Após anestesia da garganta com spray anestésico, para diminuir o reflexo do vómito, é – lhe colocado um bucal entre os dentes para protecção do endoscópio. Ser-lhe-á pedido para engolir quando o aparelho se encontrar na parte inferior da garganta. Após esta fase, deve concentrar-se apenas na respiração, tentando-a fazer de forma lenta e profunda. O exame é rápido (cerca de 5 minutos), não provoca dor, nem interfere com a respiração. Pode no entanto causar desconforto, relacionado com a insuflação do ar, que é necessária para a distensão das paredes dos órgãos, e a ocorrência eventual de reflexo do vómito.

Este exame pode também ser realizado sob Sedação / Anestesia intra-venosa, efectuada por um Médico Especialista em Anestesiologia.
Neste caso ser-lhe-á administrado um ou mais fármacos, por via intra-venosa, o que fará com que adormeça antes do início do seu exame, começando a acordar logo após o fim do mesmo, não sentindo assim qualquer tipo de desconforto durante a sua realização.


Durante a realização da EDA, pode ser necessário efectuar Biopsias Endoscópicas para complementar o diagnóstico.
Este procedimento é indolor, e consiste na obtenção de pequenos fragmentos com uma pinça, que passa através do aparelho e que serão enviados para análise, a efectuar por um Médico Especialista em Anatomia Patológica.

De igual modo, poderá haver indicação para a realização de procedimento (s) terapêutico (s), como por exemplo, a Polipectomia Endoscópica.

A ENDOSCOPIA DIGESTIVA ALTA é um procedimento seguro com uma taxa de complicações inferior a 0,2%, (isto é menos de 2 em cada 1000 procedimentos).

A complicação mais séria dependente da EDA é a perfuração, estando a sua ocorrência descrita em apenas 0,03% dos casos (isto é 3 em cada 10000 procedimentos).

A Polipectomia Endoscópica é o procedimento terapêutico mais comummente realizado na EDA, em contexto ambulatório, consistindo na remoção de lesões – os pólipos – que se podem encontrar no interior do Estômago, Duodeno e raramente no Esófago. Após a sua remoção o (s) pólipo (s) serão enviados para análise, a efectuar por um Médico Especialista em Anatomia Patológica.
O risco de complicações importantes associadas à Polipectomia, como a hemorragia e a perfuração, é baixo, entre 0,5 a 2% (isto é 5 em cada 1000 a 2 em cada 100 procedimentos).
Caso estas ocorram, a sua resolução poderá ser obtida por procedimento terapêutico efectuado durante o mesmo exame endoscópico, com eventual necessidade de posterior internamento.
Em determinados casos, o tratamento da complicação poderá requerer intervenção cirúrgica e consequente internamento.

Colonoscopia


A COLONOSCOPIA é um exame endoscópico que tem como objectivo a observação do Recto e do Cólon (intestino grosso), na sua totalidade – COLONOSCOPIA TOTAL, ou apenas da sua metade esquerda – COLONOSCOPIA ESQUERDA. No caso da COLONOSCOPIA TOTAL é também possível efectuar a observação da parte final do intestino delgado, o Íleon terminal - ILEOCOLONOSCOPIA. É um procedimento realizado por um Médico Especialista em Gastrenterologia, utilizando um aparelho flexível, o Colonoscópio.

O exame inicia-se consigo deitado(a) sobre o lado esquerdo. É necessária a insuflação de ar para distender as paredes intestinais, de forma a permitir uma correcta visualização, o que pode causar desconforto/dor. Durante o exame, poderá ser necessário alterar a sua posição e/ou efectuar manobras de compressão abdominal, tendo como objectivo facilitar a progressão do aparelho e reduzir a intensidade do desconforto/dor.

Este exame pode também ser realizado sob Sedação / Anestesia intra-venosa, efectuada por um Médico Especialista em Anestesiologia. Neste caso ser-lhe-á administrado um ou mais fármacos, por via intra-venosa, o que fará com que adormeça antes do início do seu exame, começando a acordar logo após o fim do mesmo, não sentindo assim qualquer tipo de desconforto ou dor durante a sua realização.

Durante a Colonoscopia, pode estar indicada a realização de Biopsias Endoscópicas para complementar o diagnóstico. Este procedimento é indolor e consiste na obtenção de pequenos fragmentos com uma pinça, que passa através do aparelho e que serão enviados para análise, a efectuar por um Médico Especialista em Anatomia Patológica.

De igual modo, poderá haver indicação para a realização de procedimento (s) terapêutico (s), como por exemplo, a Polipectomia Endoscópica.

A COLONOSCOPIA é um procedimento seguro com uma taxa de complicações inferior a 0,9%, (isto é menos de 9 em cada 1000 procedimentos).
 A complicação mais séria dependente da colonoscopia é a perfuração, estando a sua ocorrência descrita em apenas 0,058% dos casos (isto é menos de 6 em cada 10000 procedimentos).

A Polipectomia Endoscópica é o procedimento terapêutico mais comummente realizado na Colonoscopia, em contexto ambulatório, consistindo na remoção de lesões – os pólipos – que se podem encontrar no interior do recto e do cólon. Após a sua remoção o (s) pólipo (s) serão enviados para análise, a efectuar por um Médico Especialista em Anatomia Patológica.

O risco de complicações importantes associadas à Polipectomia, como a hemorragia e a perfuração, é baixo, situando-se a sua incidência combinada entre 0,4 a 2% (isto é 4 em cada 1000 a 2 em cada 100 procedimentos).
A ocorrência de perfuração está descrita em 0,04 a 2,1% das polipectomias do cólon / recto (isto é 4 em cada 10000 a 2,1 em cada 100 procedimentos).
 A ocorrência de hemorragia, que pode acontecer imediatamente após a Polipectomia ou de forma tardia até ao 12º-14º dia, está descrita em 1,5 a 2% dos casos (isto é 1,5 a 2 em cada 100 procedimentos).

Caso estas complicações ocorram, a sua resolução poderá ser obtida por procedimento terapêutico efectuado durante o mesmo exame endoscópico, com eventual necessidade de posterior internamento.
Em determinados casos, o tratamento da complicação poderá requerer intervenção cirúrgica e consequente internamento.

Rectosigmoidoscopia


A RECTOSIGMOIDOSCOPIA é um exame endoscópico que tem como objectivo a observação do Recto e do Cólon sigmóide, o segmento terminal do intestino grosso (cólon).
É um procedimento realizado por um Médico Especialista em Gastrenterologia, utilizando um aparelho flexível, o colonoscópio.

O exame é realizado consigo deitado(a) sobre o lado esquerdo. Procede-se à insuflação de ar para distender as paredes intestinais, de forma a permitir uma correcta visualização, o que pode causar desconforto/dor.

Este exame pode também ser realizado sob Sedação / Anestesia intra-venosa, efectuada por um Médico Especialista em Anestesiologia. Neste caso ser-lhe-á administrado um ou mais fármacos, por via intra-venosa, o que fará com que adormeça antes do início do seu exame, começando a acordar logo após o fim do mesmo, não sentindo assim qualquer tipo de desconforto ou dor durante a sua realização.

Durante a Rectosigmoidoscopia, pode estar indicada a realização de Biopsias Endoscópicas para complementar o diagnóstico. Este procedimento é indolor e consiste na obtenção de pequenos fragmentos com uma pinça, que passa através do aparelho e que serão enviados para análise, a efectuar por um Médico Especialista em Anatomia Patológica.
De igual modo, poderá haver indicação para a realização de procedimento (s) terapêutico (s), como por exemplo, a Polipectomia Endoscópica.

 

A RECTOSIGMOIDOSCOPIA é um procedimento seguro com uma taxa de complicações inferior a 0,9%. (isto é menos de 9 em cada 1000 procedimentos). A complicação mais séria dependente do exame é a perfuração, estando a sua ocorrência descrita em apenas 0,058% dos casos (isto é menos de 6 em cada 10000 procedimentos)

A Polipectomia Endoscópica é o procedimento terapêutico mais comummente realizado na Rectosigmoidoscopia, em contexto ambulatório, consistindo na remoção de lesões – os pólipos – que se podem encontrar no interior do recto e do cólon sigmoide. Após a sua remoção o (s) pólipo (s) serão enviados para análise, a efectuar por um Médico Especialista em Anatomia Patológica.
O risco de complicações importantes associadas à Polipectomia, como a hemorragia e perfuração, é baixo, situando-se a sua incidência combinada entre 0,4 a 2% (isto é 4 em cada 1000 a 2 em cada 100 procedimentos).
A ocorrência de perfuração está descrita em 0,04 a 2,1% das polipectomias (isto é 4 em cada 10000 a 2,1 em cada 100 procedimentos).
A ocorrência de hemorragia, que pode acontecer imediatamente após a Polipectomia ou de forma tardia até ao 12º-14º dia, está descrita em 1,5 a 2% dos casos (isto é 1,5 a 2 em cada 100 procedimentos).
Caso estas complicações ocorram, a sua resolução poderá ser obtida por procedimento terapêutico efectuado durante o mesmo exame endoscópico, com eventual necessidade de posterior internamento. Em determinados casos, o tratamento da complicação poderá requerer intervenção cirúrgica e consequente internamento.

Contacto
Dr Luís Azevedo Lobo
(Lordelo do Ouro e Massarelos)
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